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RADIESTESIA É O MEIO... NÃO O FIM...
Entendendo que a radiestesia
é simplesmente um amplificador da própria percepção
dos seres humanos, deve-se utilizá-la nos campos de conhecimento que
cada um tem. O geólogo pode aplicá-la na busca de estruturas
anômalas que afetaram as rochas e que podem acumular água subterrânea.
O geógrafo pode aplicar na ocupação humana e distinguir
os locais insalubres, o economista e o administrador de empresa podem aplicar
essa técnica na análise da produção de uma indústria,
o psicólogo e o médico nos diagnósticos de doenças
que afetam as pessoas, bem como o agricultor, o agrônomo no estudo
da lavoura, dos solos adequados, na alimentação e na distinção
dos agrotóxicos, o arquiteto nas construções tornando-as
mais harmônicas, os engenheiros civis na busca de materiais adequados
e naturais para as construções. O massagista na análise
do cliente, antes e depois da aplicação das massagens. Pode-se
aplicá-la na cromoterapia, na detecção de desequilíbrios
energéticos nas pessoas e nos locais, na avaliação da
ressonância, cura e indicação da terapia adequada a cada
individuo, ou animal, vegetal. Na aromaterapia e na infinidade de técnicas
alternativas que ajudam os seres vivos viverem melhor no planeta Terra. Um dos aspectos mais importantes no estudo da geobiologia é
a forma de medição das anomalias nocivas. Utiliza-se o meio
mais eficaz e prático que se conhece: a Radiestesia.
A radiestesia é imprescindível na pesquisa dos locais de estudo,
pois somente através dela pode-se diagnosticar correta e rapidamente
os fenômenos microvibratórios. Os aparelhos existentes no mercado
são úteis para a identificação de uma série
de anomalias que afetam os seres vivos, mas são limitados e sofrem
influências das adjacências ao problema buscado, além
de custarem caros e necessitarem conhecimentos técnicos. Por exemplo,
um magnetômetro pode indicar a presença de campo magnético
em um local, no entanto é perigoso ter um cano enferrujado sob o piso
e automaticamente o aparelho acusa e as pessoas podem supor que tem um enorme
perigo e na verdade não tem nada. Este e outros assuntos serão abordados no III Congresso Brasileiro de Radiestesia e Radiônica.
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